Karin Romanó
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  • Ônibus azul  Colégio Cajurú 15 de maio de 2025

    MEMÓRIAS DO ÔNIBUS AZUL — COLÉGIO CAJURÚ

    Ao passar de carro pela Sete de Setembro, em frente ao Shopping Estação, minha mãe apontaou para o antigo casarão do Hotel Roma na Praça Eufrásio Correia e recordou: — Aqui, o ônibus azul do Colégio Cajuru deixava uma aluna. O pai dela era o Sr. Omairi,   dono da mercearia e frutaria que ficava nesta esquina. E assim, entre um semáforo e outro, iniciou-se uma viagem no tempo - uma Curitiba do final dos anos 1940, onde o ônibus escolar percorria ruas ainda sem edifícios altos, transportando meninas e moças...

  • arvore imune ao corte 15 de maio de 2025

    IMUNES AO ESQUECIMENTO — RUA DA PAZ 

    Esta majestosa Araucária Bidwillii ergue-se na Rua Comendador Macedo, 566 - esquina com a Rua da Paz.  Foi plantada há 75 anos por Henrique Schneiker, com semente trazida de São Paulo. É considerada uma árvore sagrada para os povos aborígenes australianos. O Sr. Schneiker foi um próspero comerciante e industrial no ramo da fotografia. Proprietário da H. Schneiker, representante das consagradas câmeras Rolleiflex e outros 33 produtos relacionados à fotografia profissional e amadora e também dono da Indústri...

  • Rossana Martha Rocha Educacao Familiar 15 de maio de 2025

    PAQUERAS SAUDÁVEIS — RUA BENTO VIANA

    Esta deliciosa torta Marta Rocha foi feita por minha irmã com receita aprendida na Escola Normal de Educação Familiar, o "Caça-Marido": três camadas de pão de ló, crocante de nozes, camada de ameixa, baba de moça, placa de suspiro, geleia de damasco, nata batida. Tudo preparo caseiro, com pouco açúcar, valorizando os sabores. Até hoje ela cozinha com perfeição e organiza mesas impecáveis. Caça, como era chamado, era um colégio de freiras exclusivamente feminino. Além das matérias tradicionais, ensinava cul...

  • aeroporto Alemanha 15 de maio de 2025

    FUGA: O AEROPORTO

    Houve um tempo em que os pais levavam os filhos para passear no aeroporto aos domingos, para ver os aviões decolarem e aterrissarem. Havia um espaço envidraçado no pavimento superior do Aeroporto Afonso Pena, aberto ao público.Eu adorava avistar as aeronaves surgindo no céu e acompanhar sua aproximação silenciosa. De repente, elas passavam rasantes, cortando o horizonte em linha reta, enquanto um rugido ensurdecedor de turbinas, reversos e freios.tomava conta do espaço.  Do alto dos meus 64 anos, contempl...

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