Karin Romanó
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  • CURITIBA ANTIGA NOS TRINQUES 17 de maio de 2025

    CURITIBA ANTIGA NOS TRINQUES: CASARÕÒES DA RUA XV QUE PERMANECEM

    Cada qual a seu modo, algumas fachadas históricas de casarões da Rua XV de Novembro perseveram, atestando um passado cada vez mais remoto. Sobre elas tenho me debruçado, a fim de resgatar vivências e um pouco do cotidiano das pessoas que ali viveram. José Derviche era proprietário do Palácio das Sedas, elegante loja de fazendas na Rua XV de Novembro, em frente ao Louvre (atual Lojas Marisa). Nas memórias da filha - Maria José Derviche (ou Zezé Cidral, como todos a conhecem) - sobrevivem cenas vívidas: "An...

  • UM BRASILEIRO DE CORAÇÃO — PRAÇA ZACARIAS 17 de maio de 2025

    UM BRASILEIRO DE CORAÇÃO — PRAÇA ZACARIAS

     Francisco de Paola imigrou da Itália para o Brasil no final do século XIX. Trabalhador  incansável, prosperou e acumulou propriedades, incluindo terrenos no Alto da XV (atual localização do Hospital Osvaldo Cruz).  Seu armazém de secos e molhados ocupava a esquina da Rua Dr. Muricy com a Praça Zacarias, vendendo desde louças e joias até artigos importados.Tinha um  Pai armazém de secos e molhados que  ocupava a esquina da Rua Dr. Muricy com a Praça Zacarias, em frente ao mais antigo chafariz da cidade. Ch...

  • Um Lugar que já não existe - Juventude Curitibana anos 50 17 de maio de 2025

    Um Lugar que já não existe - Juventude Curitibana anos 50

    Década de 1950. O que torna esta foto especial é justamente sua espontaneidade, rompendo com as poses rígidas e convencionais da época. Parece uma cena de Hollywood. Aquela pausa entre as filmagens quando protagonistas e coadjuvantes põem em dia as novidades. Aliás, o cinema era o grande influenciador da moda e comportamento nessa época. Acessórios tinham especial importância: relógios, óculos de gatinho, meias soquete com sapatos e até o gorro com pompom combinando com paletó e gravata.  Percebe-se uma ge...

  • PROJETORES A CARVÃO — CINE MIGNON 17 de maio de 2025

    PROJETORES A CARVÃO — CINE MIGNON

    Adolpho Romanó era o irmão mais velho do meu avô. Desde jovem, demonstrava espírito empreendedor. Abriu um comércio e, entre os produtos que vendia - a maioria importados - estavam os bastões de carvão, essenciais para a projeção dos filmes nas salas de cinema da época.  Os projetores a carvão funcionavam com um sistema interessante: dois bastões, um positivo e outro negativo, eram posicionados a 5 mm de distância um do outro, criando um arco voltaico que gerava  luz através de uma fagulha constante. Cada ...

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