Karin Romanó
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  • Casa do Bispo - Rua Mateus Leme 17 de maio de 2025

    A CASA DO BISPO - RUA MATEUS LEME

    Quando Maria Thereza Mader Romanó anunciou aos pais sua decisão de entrar para o convento, seu irmão sugeriu ao pai que seguisse o exemplo de um colega do Colégio Santa Maria: levar a filha em uma grande viagem pela Europa antes da decisão final. Vô Dante acolheu a sugestão com esperança - talvez, ao percorrer  as capitais da Europa, a filha vislumbrasse o universo de possibilidades que estaria renunciando com tal escolha Thereza, a prima Nilda, o irmão Cid e os pais embarcaram na jornada de três meses a ...

  • Gincana das Bicicletas - Rua do Rosário 17 de maio de 2025

    Calça comprida no uniforme - Rua do Rosário

    Década de 60:  Maria Lúcia Romanó Rocha fora eleita presidente do Grêmio Estudantil do Colégio da Divina Providência, tendo a colega  Vera Sabbag tcomo vice-presidente. Eram da chapa da oposição, que tinha o elefantinho da Shell como mascote. Durante o mandato, conseguiram várias conquistas. A maior delas foi a instituição da calça comprida como peça do uniforme, para os dias frios, preservando a tradicional saia de pregas nos dias normais. Esse fato marcou uma importante evolução nos costumes escolares.e ...

  • Kranzchen - Costumes de Curitiba de Antigamente 17 de maio de 2025

    DAS KRÄNZCHEN — RUA MARECHAL DEODORO

    DAS KRÄNZCHEN — RUA MARECHAL DEODORO Na casa em frente ao que hoje é o prédio da Receita Federal,  tia Ausônia, única irmã do meu avô, casou-se -  um dos três casamentos que uniram as famílias Romanó e Nickel. Na Curitiba de antigamente, era comum que casamentos ocorressem entre famílias conhecidas e  até  entre primos de primeiro, segundo grau… Essas uniões eram  encorajadas e apoiadas. Creio que o motivo residia no fato de o casamento ser indissolúvel: ao unir-se a alguém com a  mesma criação, costume...

  • CONFEITARIA ROMANÓ — RUA XV DE NOVEMBRO 17 de maio de 2025

    CONFEITARIA ROMANÓ — RUA XV DE NOVEMBRO

    CONFEITARIA ROMANÓ — RUA XV DE NOVEMBRO Na década de 1890, meu bisavô — Luigi Romanó — embarcou em um navio em Trieste, na Itália, com destino ao Brasil. Veio trabalhando na cozinha do navio e ali, como auxiliar, aprendeu o ofício de confeiteiro. Desembarcou no Porto de Santos e tentou abrir uma confeitaria em São Paulo, mas o negócio não prosperou. Decidiu, então, tentar a sorte em Curitiba. Na capital paranaense, inaugurou a Confeitaria Romanó em um local privilegiado: uma das portas de um moviment...

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